Close
Quero conhecer
Quero conhecer
Bankly 11/01/2021 15:30:00 9 min leitura

Uma plataforma de Banking as a Service com Licença Bancária

É inquestionável o crescimento do mercado de banking as a service no mundo nos últimos anos. Com esse avanço do mercado e amadurecimento do próprio produto e do nível de conhecimento sobre ele, surgem também novos modelos de negócio.

De acordo com a 11:FS, empresa inglesa em consultoria de serviços financeiros, é possível identificar três camadas chave na oferta de banking as a service:

 

1. Marca: Empresa que está orientada a agregar algum tipo de serviços financeiro a uma oferta geralmente já existente (Embeded Finance);
2. Provedor de serviços: Empresa que prove os serviços de tecnologia, a integração para a marca;
3. Banco: Empresa que de fato tem a licença bancária e está integrada ao provedor de serviços (o qual pode ter uma ou mais licenças integradas em sua plataforma).

11FS

Fonte: 11:FS

 

As primeiras empresas de banking as a service, seguiam exatamente o modelo de oferta de serviços baseado na camada 2, ou seja, possuem um fluxo de APIs, porém não possuem integração ou qualquer licença com o Bacen. Isso quer dizer que precisam de integração com as próprias IFs ou IPs para prover os serviços de liquidação para o cliente.

Com o passar do tempo, novos players surgiram já com um match da camada 2 e 3, criando um modelo que contempla plataforma tecnológica com licença bancária, como é o caso do Bankly. Além do API as a service, o Bankly tem a Licença de IP emissora de moeda eletrônica, número de banco 332 junto ao Banco Central.

 

Neste último cenário, o provedor de BaaS não possui apenas a expertise em relação a integração e funcionamento de APIs, mas também todo o knowledge de banco, funcionamento da regulação  e tratativas com o Banco Central.

E por que isso pode ser uma vantagem para o cliente? Confira abaixo!

Geralmente as vantagens de integrar em um modelo plataforma + licença aparecem apenas no momento da entrada em produção ou mesmo durante a operação, que é o momento no qual a dependência de terceiros mais desafia toda a integração. Listamos abaixo alguns pontos nesse sentido:

- Maior autonomia durante operação: Quanto maior a dependência de terceiros dentro da arquitetura de BaaS, maior a dependência na resolução de problemas. Por isso, desde a licença até grande parte das peças que compõem a arquitetura do Bankly foram feitas in house. Isso faz com que tenhamos um maior controle e visibilidade de tudo que acontece e mais ainda, conseguimos achar o problema mais rápido e atuar com uma maior velocidade também.

- Maior nível de monitoria: Com todas as partes dentro de casa, o nível de monitoria de uma plataforma com licença bancária é muito maior. A conexão direta com o Banco Central e a conta de liquidação, permitem que consigamos olhar a operação como um todo e na maioria das vezes antever instabilidades. Imagine um cenário em que haja uma instabilidade sistêmica nos serviços do Bacen, como Instituição Licenciada, a informação nos chega primeiro. Já para um provedor que possui um banco terceiro como parceiro, a informação geralmente chega algumas horas depois, fazendo com que muitas vezes a instabilidade seja notada primeiramente pelo próprio parceiro.

- Mais agilidade no lançamento de novos produtos: A proximidade com o Banco Central faz com que estejamos sempre a frente das mudanças e novos lançamentos de mercado como por exemplo PIX, Open Banking etc. Além disso, ter uma arquitetura própria end-to-end nos permite maior visibilidade de todas as peças que compõem a operação, possibilitando aplicar melhorias contínuas em todas as partes do produto.

- Contas reais e não gráficas: Abrir contas no modelo Full Bank, ou seja, no modelo em que o parceiro está apto a abrir contas para usuários finais, seja Pessoa Física (PF) ou Pessoa Jurídica (PJ) remete a abertura de contas de pagamento reais e não contas gráficas.

E qual a diferença?

As contas gráficas não transacionam dinheiro de fato, elas são pura orquestração de transações apenas informacionais; ou seja, se o cliente final realizar uma TED, a transferência sairá de uma conta bolsão do provedor de serviços dentro da IF a qual ele tem como parceira. Isso faz com que a experiência do usuário final não seja online, e talvez aconteça em “janelas de liquidação”, ou seja, imagine você realizar uma TED hoje às 3pm e cairá apenas no dia seguinte às 10am devido a janela de liquidação acordada com o banco terceiro.

 

Exemplos de BaaS com licenc╠ºa banca╠üria - BanklyExemplos de BaaS com licença bancária

 

Por fim, ofertamos uma plataforma estruturada e modular que possibilita a ampliação do portfólio de produtos para sua empresa, centralizando tudo em um só canal para gerenciar suas operações com detalhamento total de informações, gerando maior eficiência, credibilidade e segurança para a gestão do seu negócio.